Agostinho escreveu:

"A minha alma é estreita habitação para Te receber: Dilata-a!
Ameaça ruir: restaura-a!
Tem manchas que ferem o Teu olhar; eu o reconheço e confesso!
Quem há-de purificá-la?
A quem hei-de chamar senão a Ti Senhor?"