Vencendo o mundo.

"Um crente no mundo é como estar numa canoa na lagoa. O pior, e mau sinal, é quando a lagoa entra na canoa!

No tempo de Daniel, não havia problemas em adorar vários deuses. Hoje também é assim. De uma forma geral, as coisas deste mundo não nos pedem para largarmos aquilo em que acreditamos, achamos que tudo pode ser conciliável. Adorarmos outros deuses quase nunca implica largarmos o nosso Deus (achamos nós). É aqui que está o perigo.

Exemplos de mundanismo nos nossos dias:

- a forma como vemos o fim-de-semana (a concentração de distracções, entretenimentos e coisas concentradas e que nos afastam do propósito para o qual o domingo foi criado: descanso no Senhor. Não abdicamos do sábado com actividades e convívio, mas o domingo pode ser facilmente colocado em causa);

- relacionamentos que construímos baseados em afinidades e não em oportunidades de demonstrar Graça;

- a forma como gastamos tempo e dinheiro demonstra que não pensamos nas coisas do Alto. Uma forma fácil de vermos isso, é a quantidade de coisas, viagens, passeios, que adquirimos para nós e para os nossos filhos debaixo do pretexto "quero o melhor para eles". Como se o melhor estivesse aí.

O mundo aceita ser nosso amante, mas o problema é que Deus não aceita ser traído! Matarmos o mundanismo enraízado nos nossos corações é sofrer, e sofrer muito. Implica morrermos para nós próprios. A fé ao Senhor nosso Deus não se faz de conjugar interesses.

A fé implica verdadeira fidelidade!

Na teoria da pirâmide de Maslow, somos ensinados que para termos felicidade e realização, as nossas necessidades básicas - alimentação, vestuário, abrigo - precisam ser supridas. Pois Jesus veio para inverter a pirâmide de Maslow: em primeiro lugar está o Reino de Deus, comer e vestir vem depois."